Armazenamento, transporte, distribuição, recursos humanos, organização.

A teoria do armazém

Já a alguns dias tive uma conversa com um conhecido empresário sobre a importância e localização dos armazéns nos tempos de hoje e de todos os prós e contras dos mesmos.
O que me fez relembrar o que já se sabe sobre eles e com isso me fez escrever mais um pouco sobre os armazéns.
Teoria
A armazenagem é constituída por um conjunto de funções de receção, descarga, carregamento, arrumação e conservação de matérias-primas, produtos acabados ou semiacabados. Uma vez que este processo envolve mercadorias, este apenas produz resultados quando é realizada uma operação, nas existências em trânsito, com o objetivo de lhes acrescentar valor.
A armazenagem como tendo a missão com o compromisso entre os custos e a melhor solução para as empresas. Na prática isto só é possível se tiver em conta todos os fatores que influenciam os custos de armazenagem, bem como a importância relativa dos mesmos.
O armazém como uma área que seja em uma planta externa à da empresa que tem por objetivo receber mercadorias de qualquer tipo, deixá-las por algum tempo estocadas em sua planta até que as mesmas sejam necessárias, para então expedi-las para seus respetivos destinos. E realmente essa atividade muitas vezes representa um alto custo para empresas, e é nesse ponto que a organização decide ou não terceirizar o serviço de armazenagem.
Conformo Ronald H. Ballou “Logística Empresarial” de (1993) diz que a armazenagem e o manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas e seus custos giram por volta de 12 a 40% dos custos logísticos da firma.
Podemos constar que muitas empresas ainda, justificam a existência de um espaço físico para armazenagem relativamente grande e, por consequência, elevados stocks, com os argumentos de que são: fortes redutores de custo de transportes e produção; auxiliam o marketing e o atendimento ao cliente; e coordenam mais facilmente a área de suprimento. Mas para algumas empresas, nos dias atuais, estão a evitar ou minimizando as necessidades de stock e consequentemente a necessidade de armazenagem beneficiando-se da filosofia do Just-in-Time.

Por outras palavras: muitas empresas beneficiam-se da armazenagem fazendo com que esta seja o seu diferencial, ou seja, ela tenha o produto assim que o cliente ou sua linha de produção necessitar do mesmo.
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