Armazenamento, transporte, distribuição, recursos humanos, organização.

A teoria do armazém V

Distribuição Física
A economia da distribuição física, busca uma maior racionalização de transportes e procura dispor os armazéns principalmente em locais estrategicamente colocados em relação aos mercados consumidores. A rede de armazéns frigoríficos de uso público atualmente está especializada em serviços de distribuição física. Deste modo produtor de alimentos e redes de retalho menores, encontraram na indústria da armazenagem frigorífica esses tipos de serviços, além de sua eficiência, custos baixos em relação a escala de operação e a mecanização, isto é, empresas especializadas na movimentação de mercadorias, podendo assim reduzir os seus custos relativos com a armazenagem e apenas ter a quantidade de produtos necessários para atender determinado período de tempo eliminando o stock em sua loja ou local de produção.
Perspetivas
A demanda por produtos frigorífico, tende a aumentar na medida que o poder aquisitivo das empresas também aumentem e de acordo com a evolução cultural da sociedade, necessitando a armazenagem expandir-se.
Atualmente percebemos que as pessoas procuram dedicar-se menos tempo com afazeres domésticos e buscam alimentos prontos, semi-preparados, e os restaurantes, indústrias de fornecimento de refeições, as escolas, os hospitais e outras instituições procuram, cada vez mais, abastecer-se com matéria prima semi-pronta.
A frigorificação também vem se tornando importante para a agricultura, que vem se modernizando, melhorando a qualidade de seus produtos e buscando melhores condições no que se diz respeito à conservação dos alimentos e maior estabilidade de preços.
Essa indústria tem se desenvolvido e fornecido um importante apoio ao desenvolvimento da exportação e consequentemente á economia do país, mostrando a capacidade e a operosidade do empresário.
Tecnologias na armazenagem
No cenário mundial atual, a concorrência para se tentar conseguir uma fatia do mercado consumidor está se tornando cada vez mais difícil, pois preços competitivos e serviços diferenciados são oferecidos por muitas empresas, sendo assim uma das primeiras iniciativas que um gestor, seja ele de qualquer espécie, é reavaliar todo a empresa, identificar os pontos fortes e fracos, se todos os processos existentes são inerentes com aquilo que realmente deveriam fazer.
Sendo isso feito um grande passo facilitador de processos é a informatização dos processos de armazenagem, como a informação de todo o armazém, e automação de outras áreas. Atualmente no mercado existem diversos tipos de tecnologias relativos a armazenagem que são de fácil acesso por qualquer gestor que se interesse em informatizar seu armazém.
Algumas das tecnologias mais utilizadas atualmente em armazém são:
Códigos de barras. Usados para identificação de produtos;
  •         Scanner e leitores óticos. Para registar quando a mercadoria entra ou sai do armazém através de códigos de barra evitando despender muito tempo na verificação.

  •         Transelevador. Sistema que usa de um elevador como o próprio nome diz, que se movimenta na horizontal e na vertical para colocar ou retirar produtos das estantes, seu uso se dá em razão de ocupar um espaço pequeno dentro do corredor do armazém e poder atingir alturas de até 30m, coisa que empilhadores normais não podem. Se movimentam apenas em uma única direção, sendo a mercadoria retirada da área de armazenagem com o auxílio de esteiras rolantes, este no qual deve ser comandado através de uma estação de controle, como um simples computador. Com esse equipamento a cubagem de um armazém pode ser muito melhor utilizada.

  •         RFID (Radio-Frequency IdentificationIdentificação por Radio Frequência)

Pode ser usado como etiqueta nos produtos como uma espécie de transponder, bem pequeno que pode ser colocado no produto para que este quando entrar ou sair do depósito não necessitando da intervenção humana para verificação, sendo um sinal emitido por ondas de rádio para uma estação que notifica um sistema central de qual produto e qual quantidade do mesmo está entrando ou saindo do armazém, sendo esta normalmente interligado a um sistema EDI (Eletronic Data Interchange Intercâmbio Eletrônico de Dados) que faz todo o controle de mercadorias, e que é atualmente utilizado também em supermercados de países mais desenvolvidos para se obter o ponto de pedido no stock sem necessitar verificação de conferentes.

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