Armazenamento, transporte, distribuição, recursos humanos, organização.

Glossário de Termos Utilizados na Logística Letra C (II)

Letra C (II)

Este dicionário de termos técnicos logísticos é o resultado de uma ampla pesquisa que utilizou como fontes publicações técnicas em logística e pesquisas diversas em sites voltados para a logística e sites de provedores de serviços logísticos.


C

COMPRA POR PERÍODO FIXO – Abastecimento de itens padrões realizados sempre num período fixo, como semanal e mensal, aplicado em material de escritório, informática, limpeza e manutenção, sempre utilizando listagens padrões.
COMPRAR OU FABRICAR – Técnica de análise para se decidir se a empresa deverá produzir ou comprar um determinado item.
COMPUTADOR DE BORDO – Utilizado em veículos para cálculo do consumo de combustível, autonomia, distância percorrida, distância até o destino final, velocidade média, etc.
COMUNICAÇÃO DE DADOS VIA RÁDIOFREQUÊNCIA – É um sistema no qual a comunicação é feita através de uma conexão entre o servidor e o recurso de coleta de dados, tais como terminais.
CONCEITO DO MERCADO – Definição concisa do conjunto de necessidades dos usuários de um segmento de mercado e suas características, como o perfil das pessoas que formam parte deste segmento de mercado.
CONDOMÍNIO INDUSTRIAL OU LOGÍSTICO – É um local onde alguns fornecedores escolhidos pelas montadoras se instalam junto às plantas de indústrias automotivas, eletrônicas, dentre outras, objetivando reduzir custos em stocks, processos, transporte e facilitar a integração entre os parceiros.
Atualmente, são fornecidos componentes e subconjuntos completos, podendo estes, estarem já na sequência de montagem.
CONFERÊNCIA DOCUMENTAL – Verificação da conformidade dos documentos relativos aos materiais e componentes recebidos, a saber: Notas fiscais, manuais, certificados, entre outros.
CONFERÊNCIA FÍSICA – Verificação da condição física dos materiais e produtos recebidos quanto a integridade dos mesmos e das embalagens e quanto a conformidade em termos de qualidade e validade.
CONFERÊNCIA QUANTITATIVA – Verificação da conformidade dos materiais no que toca a quantidade.
CONFIABILIDADE – propriedade de um sistema, aparelho ou componente de funcionar adequadamente durante um intervalo de tempo.
CONFIABILIDADE DAS MÁQUINAS – A probabilidade que maquinário e equipamento podem funcionar continuamente, sem falha, por um intervalo específico de tempo quando operados em condição determinada.
CONFIABILIDADE DO ITEM – É a probabilidade de que um item irá continuar a funcionar nos níveis de expectativa do cliente e em um ponto de medição, sob condições ambientais e de ciclo de serviços especificados.
CONFIABILIDADE DO PRODUTO – É a capacidade do produto de funcionar por um determinado tempo, sem parar para reparos.
CONFORMIDADE – Atendimento a requisitos especificados. O não atendimento é então, uma não-conformidade.
CONHECIMENTO DE TRANSPORTE – Documento emitido pelo transportador, que confirma o recebimento das mercadorias a transportar e constitui o contrato de transporte entre o cliente e o transportador, para os diversos modos de transporte.
CONSIGNAÇÃO – Materiais que ficam de posse dos clientes, mas que permanecem de propriedade do fabricante e somente deverão ser pagos quando vendidos para terceiros.
CONSOLIDAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO – Ordenação sistemática de documentos pertinentes a uma determinada parte do projeto, produto ou processo, sucessivamente agrupados, até se ter todos os documentos do projeto, observada a articulação entre os mesmos.
CONSOLIDAÇÃO DE CARGA (I) – Técnica de abastecimento onde um caminhão visita todos os fornecedores todos os dias retirando as mercadorias programadas para atender o cliente naquele dia.
CONSOLIDAÇÃO DE CARGA (II) – Consiste em criar grandes carregamentos a partir de vários outros pequenos. Resulta em economia de escala no custo dos fretes. É preciso um bom gerenciamento para utilizar este método, pois é necessário analisar quais cargas podem esperar um pouco mais e serem consolidadas. Se mal-executado, compromete a qualidade do serviço de transportes, pois gerará atrasos.
CONSÓRCIO – Forma de cooperação entre duas ou mais empresas para operar em determinado negócio.
CONSUMIDOR (I) – Trata-se de pessoa física que adquire produtos para consumo rápido e renovação periódica da compra.
CONSUMIDOR (II) – Tipo diferenciado de usuário, que consome produtos em curtíssimo prazo.
CONTABILIDADE DOS STOCKS – Atividade contabilística que se preocupa na valoração de todos os itens em stock, utilizando um sistema perpétuo ou periódico.
CONTAGEM CÍCLICA – Contagem realizada rotineiramente em itens com divergência ou a confirmar no stock.
CONTAINER OU CONTENTOR– Equipamento de metal no formato de uma grande caixa, que serve para o transporte de diversos materiais, fazendo assim uma unitização de cargas, que ao estarem acondicionados no seu interior, não sofrem danos durante o percurso e nem em caso de transbordo para outros modais. São reutilizáveis e possuem quatro tamanhos principais de 30, 25, 20 e 10 toneladas.
CONTENEIRIZAÇÃO – Consolidação de produtos acabados ou semiacabados em contentores, para serem movimentados até o descarregamento final, em geral no exterior.
CONTINUOUS IMPROVEMENT (MELHORIA CONTÍNUA) – Componente essencial no just-in-Time e na Qualidade Total que reflete uma determinação inabalável para eliminar as causas dos problemas. É o oposto da mentalidade de “apagar incêndios”.
CONTRACT LOGISTIC – Logística contratada. Operação delegada ao operador logístico.
CONTROLE – Atividade que tem por objetivo ajustar o realizado, durante a execução, com o planejado e que se divide em partes como segue: acompanhamento, avaliação, decisão e retroalimentação.
CONTROLE CONTÍNUO DO PROCESSO – Utilização de sensores para monitorar um processo e realizar automaticamente as alterações na operação através de alças de retroalimentação.
CONTROLE DA CAPACIDADE (1) – Medição do volume de produção e comparação desta produção com a capacidade planejada, determinar estas variações e determinar ações corretivas para se retornar aos limites das variações planejadas.
CONTROLE DA QUALIDADE (2) – Conjunto de atividades planejadas e sistemáticas, implementadas no sistema de qualidade e demonstradas como necessárias para prover confiança adequada de que uma entidade atenda os requisitos para a qualidade.
CONTROLE DA QUALIDADE (3) – Técnicas e atividades operacionais, utilizadas para atingir os requisitos da qualidade.
CONTROLE DA QUALIDADE DE PROJETOS – Monitoramento dos resultados do projeto para determinar se atende aos padrões relevantes de qualidade e se as causas de um desempenho insatisfatório estão afastadas.
CONTROLE DE CUSTO – Atividade para eliminar desperdícios caracterizados pela utilização de insumos em quantidade acima dos valores padrões determinados pelo projeto.
CONTROLE DE DOCUMENTOS – Sistemática de controle de documentos para garantir a utilização sempre da versão atual.
CONTROLE DE STOCKS – Técnicas e atividades para se manter um determinado nível de stocks de itens como: matéria-prima, materiais em processo e produtos acabados.
CONTROLE DE PROCESSO (I) – conjunto de atividades a partir das quais se assegura que um dado processo gere os resultados de acordo com o objetivo.
CONTROLE DE PROCESSO (II) – Função exercida para manter um processo dentro de uma faixa de capabilidade pela retroalimentação e correção.
CONTROLE DE QUALIDADE – Técnicas e atividades operacionais utilizadas para atingir os requisitos de qualidade.
CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (CEP) – O uso de técnicas estatísticas, tais como gráficos de controle, para analisar um processo ou seu resultado de maneira a tomar ações apropriadas para atingir e manter um estado de controle estatístico e melhorar a capacidade do processo.
CONVEYOR – Transportador contínuo.
CORE BUSINESS – Relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz.
CORREDOR – Área para tráfego de pessoal, material ou equipamentos.
COST DRIVES – Fatores direcionadores de custo.
CP – Um índice de capacidade, que é a razão da tolerância especificada da peça para a distribuição do processo sem levar em conta a localização dos dados. É calculado depois da verificação de que o processo está estatisticamente controlado.
CP / CPK – São indicadores da capabilidade do processo. Cp relaciona a variação natural do processo com a especificação
CPC – Commerce Planning Colaboration ou Colaboração em Planejamento de Comércio.
CPFR – Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment ou Planejamento Colaborativo de Previsão e Reabastecimento.
CPIM – Certified in Production and Inventory Management. CPM – Certified Purchasing Manager.
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