Glossário de termos utilizados na logística letra G

Letra G

Este dicionário de termos técnicos logísticos é o resultado de uma ampla pesquisa que utilizou como fontes publicações técnicas em logística e pesquisas diversas em sites voltados para a logística e sites de provedores de serviços logísticos.

G
GAIOLAS – Estruturas de ferro em forma de gaiola, utilizadas para armazenar materiais de risco ou de difícil empilhamento no palete.
GARANTIA DA QUALIDADE (I) – Ações planejadas e sistemáticas necessárias para prover confiança adequada de que um produto ou serviço atenda aos requisitos definidos para a qualidade.
GARANTIA DA QUALIDADE (II) – Conjunto de Atividades planejadas e sistemáticas, implementadas no sistema da qualidade e demonstradas como necessárias, para prover confiança adequada de que uma entidade atenderá os requisitos para a qualidade.
GARGALO ou BOTTLENECK – Uma facilidade, função, departamento, ou recurso cuja capacidade é menor do que a necessidade da demanda. Ou a instalação, função, departamento ou recurso que impede a produção, pois sua capacidade é inferior ou idêntica à demanda.
GATEWAY – Ponto de troca de mercadorias em transporte. Ponto em que a carga passa para outro transportador ou troca o modo de transporte.
GERÊNCIA DE STOCKS – Atividades responsável pelo controle, inventário e programação das necessidades de material e das providências necessárias ao seu provimento, utilizando a análise da movimentação dos stocks com base nos registros quantitativos.
GIRO DE STOCK – Demanda anual dividida pelo stock médio mensal.
GIRO DE INVENTÁRIO – receita operacional líquida dividida pelo saldo médio do inventário (vezes). Número de vezes que o stock é renovado ao longo do ano.
GLOBAL SOURCING – Compras realizadas mundialmente para suprir as operações globais da empresa, com vantagens na redução do custo e a melhoria da qualidade.
GOODS MOVEMENT – Trata-se do processo físico de movimentação de mercadorias entre o fornecedor e seus clientes.
GPS – Global Positioning System ou Sistema de Posicionamento Global. Foi desenvolvida pelas forças armada norte-americana e é composto por um conjunto de 24 satélites que percorrem a órbita da Terra a cada 12 horas. Esse sistema permite que através de dispositivos eletrônicos, chamados GPS Receivers (Recetores GPS), possam ser convertidos os sinais de satélites em posicionamentos, permitindo assim a localização geográfica de qualquer objeto no globo terrestre com uma precisão em torno de 10 metros.
GRÁFICO DE BARRAS ou GANTT– Uma ferramenta simples que usa barras horizontais para mostrar quais tarefas podem ser executadas simultaneamente ao longo da vida do projeto. As atividades são listadas na vertical, as datas na horizontal e a duração destas atividades na forma do comprimento de uma barra, que mostra a performance atual, comparada com a performance planejada.
GRAMPOS – Fixador metálico destinado a unir partes da embalagem.
GRANELEIRO – Convés único de embarcação projetado para transportar cargas secas homogêneas não embaladas, como grãos, minério de ferro ou carvão.
GUINDASTE – Equipamento de movimentação de materiais usado para elevação e transferência de itens pesados.

Glossário de termos utilizados na logística letra F

Letra F

Este dicionário de termos técnicos logísticos é o resultado de uma ampla pesquisa que utilizou como fontes publicações técnicas em logística e pesquisas diversas em sites voltados para a logística e sites de provedores de serviços logísticos.


F
FA – Factory Automation / Automatização da fábrica
FAS – Free Alongside Ship ou Livre no Costado do Navio. O vendedor entrega a mercadoria ao comprador no costado do navio no porto de embarque.
FÁBRICA FOCADA – Instalação dedicada a uma família específica de produtos, com tecnologia própria e definições específicas de volume e marketing.
FÁBRICA NEGRA – Produção totalmente automatizada, sem operários ou iluminação.
FABRICAÇÃO PARA STOCK – Sistema de administração onde se produz antes de se ter um pedido do cliente, que poderá ser produtos padrões ou montados sob ordem quando envolvem acessórios pré-estocados.
FABRICAÇÃO SOB PEDIDO – Sistema no qual o produto ou o serviço somente deverá ser providenciado depois do recebimento de um pedido do cliente.
FACE DE SEPARAÇÃO – É a localização, num armazém, onde a separação do pedido de menos de um palete é realizada.
FACILITY – Instalação.
FAMÍLIA DE ITENS – Grupo de semiacabados ou componentes, com semelhanças de projeto e processo que possam ser programados e monitorados comercialmente em conjunto.
FARDO – Volume prensado segundo uma forma padrão, mantida por cintas de segurança.
FAS – Final Assembly Schedule.
FATURA – Documento de transação comercial entre as empresas.
FCA – Free Carrier ou Transportador livre. O vendedor está isento de responsabilidades, no momento que entrega a mercadoria para o agente indicado pelo comprador ou para o transportador.
FCL – Full Container Load ou Contentores Completo.
FCR – Forwarder Certificate of Receipt ou Certificado de Recebimento do Agente de Transportes.
FCS – Finite Capacity Schedule ou Programação de Capacidade Finita.
FEEDER – Serviço marítimo de alimentação do porto hub ou de distribuição das cargas nele concentradas. O termo feeder também pode se referir a um porto secundário (alimentador ou distribuidor) em determinada rota. Cabe salientar que um porto pode ser hub para determinadas rotas de navegação e feeder para outras.
FEEDER SHIP – Navios de abastecimento.
FEFO – First to Expire, First Out. Sistema de controle de stocks em que o material que vence primeiro deve ser utilizado primeiro.
FIFO – First In, First Out. Sistema de controle de stocks em que o material que entra primeiro deve ser utilizado primeiro.
FILME TERMO RETRÁTIL (SHRINK)– Folha plástica biorientada que, com a ação de uma fonte de calor, tem a propriedade de contrair-se, possibilitando a unitização e unificação das cargas.
FILO – First In,Last Out. Sistema de controle de stocks em que o material que entra primeiro deve ser utilizado por último.
FIO – Free In and Out ou isento de taxas no embarque e no desembarque. Despesas de embarque são do exportador e as de desembarque do importador. Nada de responsabilidade do Armador.
FLOW-RACK – Este equipamento pode ser utilizado tanto na separação de caixas, quanto na de unidades. O seu funcionamento é similar ao refrigerador de latas de refrigerantes de uma loja de conveniência. As caixas podem ser supridas pela parte traseira do equipamento e coletadas pela sua parte dianteira, sendo que a retirada da primeira caixa faz com que as demais escorreguem para frente. Devido ao seu baixo custo e à sua grande funcionalidade o flow-rack se tornou um equipamento bastante difundido, podendo ser utilizado com ou sem equipamentos de movimentação acoplados, como também em conjunto com sofisticados sistemas de picking.
FMC – Flexible Manufacturing Cell
FOB – Free On Board ou Preço sem Frete Incluso (posto a bordo). Denominação da cláusula de contrato segundo a qual o frete não está incluído no custo da mercadoria. Tem algumas variações de FOB. Pode ser FOB Fábrica, quando o material tem que ser retirado e FOB Cidade, quando o fornecedor coloca o material em uma transportadora escolhida pelo cliente.
FOOD TOWN – Local onde se reúnem os fornecedores de um mesmo cliente.
FORKLIFT – Empilhadora.
FORNECEDOR – Organização que fornece um produto ou serviço ao cliente e no qual se aplicam os requisitos das normas contratuais.
FORNECEDOR CERTIFICADO – Fornecedor que atinge consistentemente os padrões de qualidade, custo, entrega, regularidade financeira e que, portanto, podem ficar dispensados da inspeção de qualidade.
FORNECEDOR CLASSE “A”– Fornecedor de muita importância para a empresa devido ao impacto causado pelo produto fornecido no custo ou na qualidade do produto produzido pela empresa.
FP – Finite Planning.
FREE PASS – Autorização para que o produto do fornecedor certificado chegue diretamente à linha, eliminando a inspeção de recebimento.
FREQUÊNCIA DE COMPRA – É a frequência que um produto é comprado pelo usuário ou mesmo pelo lojista e esta interligada com a rotação do stock. O usuário poderá comprar novos produtos, muito antes do anterior estar com sua vida utilidade encerrada.
FRETE – Produtos sendo transportados de um local para outro. Quantia em dinheiro a ser paga pelo transporte de produtos, adiantado ou mediante entrega.
FTL – FULL TRUCK LOAD – Carga Completa do Caminhão.
FTT – FIRST TIME THROUGHT – É a percentagem de unidades que completam um processo e atingem um padrão de qualidade sem serem refugadas, retificadas, retornadas ou reparadas fora do processo.
FULFILLMENT – Atender no tempo e no prazo.
FULL PEGGING – Rastreamento completo.

Glossário de termos utilizados na logística letra E

Letra E

Este dicionário de termos técnicos logísticos é o resultado de uma ampla pesquisa que utilizou como fontes publicações técnicas em logística e pesquisas diversas em sites voltados para a logística e sites de provedores de serviços logísticos.

E
EADI – Estação Aduaneira Interior.
EAI – Enterprise Application Integration, que faz a integração de sistemas internos.
EAN – EUROPEAN ARTICLE NUMBERING – ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE E NUMERAÇÃO DE ARTIGOS
– União dos representantes de 12 países europeus (Inicialmente: European Article Numbering), sistema de codificação que foi projetada para ser compatível com o sistema UPC em uso nos Estados Unidos.
EC – Electronic Commerce.
ECONOMIA DE ESCALA – Economia representada pela redução do custo unitário de um produto, ocasionado pela distribuição dos custos fixos da fábrica, por uma maior quantidade de produtos fabricados.
ECR – EFFICIENT CONSUMER RESPONSE – Processos desenvolvidos para se proporcionar uma rápida resposta as exigências do mercado, para o desenvolvimento de lançamento de produtos, no atendimento de pedidos, na produção por encomenda, na recuperação de falhas, na adaptação às mudanças do mercado, ou seja, uma administração flexível.
ECR – Efficient Consumer Response. Um modelo estratégico de negócios, no qual fornecedores e Armazenistas trabalham de forma integrada, visando melhorar a eficiência da cadeia logística, de forma a entregar maior valor ao consumidor final.
EDI (ELECTRONIC DATA INTERCHANGE) – Troca contínua de informações, através da rede de informação, entre fornecedores e clientes para obter vantagens: eliminação de pedidos escritos, transação em tempo real, facturamento automático, eliminação de documentos e sistema de planejamento/programação integrado e comum.
EDI SERVER – Computador, software, caixas postais, e facilidades de transações que constitui o centro geral do EDI.
EDIFACT – Eletronic Document Interchange for Administration, Commerce and Transportation.
EFI – Electronic Freight Invoice.
EFICIÊNCIA – Porcentagem da saída real de um sistema de produção, em relação à saída esperada ou padrão não sendo, portanto, uma relação de saída e entrada de um sistema.
EFICIÊNCIA DA OPERAÇÃO – Relação da produção atual de um equipamento, departamento ou fábrica comparada com a produção planejada e padrão.
EFICIÊNCIA DO FLUXO – Relação entre o tempo necessário para produzir uma unidade do produto e o tempo de atravessamento relativo. Relação entre o tempo operacional e a somatória deste tempo ao tempo de controle, de espera e de movimentação.
EFICIÊNCIA GLOBAL (I) – É o produto do grau de disponibilidade do equipamento x eficiência x percentual de produto bom. O conhecimento da eficiência global pressupõe uma coleta de dados da ineficiência existente de acordo com as “Seis Grandes Perdas”: paradas causadas por quebras não previstas, tempo de setup e ajustes, tempo não utilizadas e pequenas paradas, velocidade inferior a prevista, perdas por sucata ou retrabalho e perdas de início de produção. As duas primeiras perdas se referem ao grau de disponibilidade do equipamento, a terceira e a quarta à perda de velocidade (eficiência), as duas últimas a perdas por defeitos (são ligadas as percentagens de produto bom).
EFICIÊNCIA GLOBAL (II) – Obtém-se esta avaliação se multiplicado a disponibilidade do equipamento, pela eficiência e pelo porcentual de produtos bons. As ineficiências dizem respeito a: paradas, set up, tempo não utilizado, baixa velocidade da operação, retrabalho, sucata, início da produção.
EIS – Executive Information System.
ELETRONIC TRADING – Utilização da EDI para o processo de compra e venda entra uma industria e seus clientes. Comércio sem papel.
ELQ – Economic Logistic Quantity ou Quantidade Logística Econômica. É a quantidade que minimiza o custo logístico.
EMBALAGEM – Envoltório apropriado, aplicado diretamente ao produto, para a sua proteção e preservação.
EMBALAGEM DE APRESENTAÇÃO – Embalagem que envolve a embalagem de contenção, e com a qual o produto se apresenta ao usuário, no ponto de venda.
EMBALAGEM DE COMERCIALIZAÇÃO– Embalagem que contém um múltiplo da embalagem de comercialização: constitui a unidade para a extração de pedido e, por sua vez, é um submúltiplo da embalagem de movimentação.
EMBALAGEM DE CONTENÇÃO – Embalagem em contato direto com o produto e, portanto, tendo que haver compatibilidade entre os materiais do produto e da embalagem.
EMBALAGEM DE MATERIAL – Dados relativos à apresentação de um item de suprimento, constituídos do tipo do recipiente (ou forma de apresentação) e conteúdo (quantidade e unidade de medida) Exemplo: Lata com 1.000 cm ³.
EMBALAGEM DE MOVIMENTAÇÃO – Múltiplo da embalagem de comercialização, para ser movimentada racionalmente, por equipamentos mecânicos.
EMBALAGEM PRIMÁRIA – Embalagem que envolve o produto, como uma lata, um vidro, um plástico. Pode também ser considerada a unidade de venda no varejo.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA – Embalagem que protege a embalagem primária. É, em geral, a unidade comercializada pelo setor de distribuição. Exemplo: bandeja de papelão para latas de cerveja.
EMBALAGEM TERCIÁRIA – Corresponde às caixas de madeira, papelão, plástico, etc.
EMBALAGEM QUATERNÁRIA – Envolve o recipiente, facilitando a movimentação e a stock. Corresponde, por exemplo, aos paletes.
EMBALAGEM DE QUINTO NÍVEL – É a unidade de recipiente ou embalagens especiais para envio a longa distância.
EMBALAMENTO – Atividade para colocar os produtos dentro das várias embalagens, colocá-las dentro da embalagem de comercialização e a paletização destas embalagens.
EMBARCAÇÃO – Denominação genérica para veículo marítimo, cabotagem, fluvial ou lacustre.
EMBARCADOR – Parte que embarca a carga, conforme mencionado no conhecimento de transporte.
EMBARGO – Pedido expedido por um transportador ou entidade reguladora para restringir o frete.
EMPENHO – Tipos e quantidades de materiais que foram dedicadas a uma determinada ordem de produção, ou a um determinado cliente, mas que não foram ainda retirados dos almoxarifados ou dos armazéns de produtos acabados.
EMPILHADEIRA ou FORK LIFT TRUCK– Equipamento utilizado com a finalidade de empilhar e mover cargas em diversos ambientes.
EMPELHADORA DE MASTRO RETRÁTIL / PANTOGRÁFICA – Uma forma de empilhadeira que avança a carga, permitindo que os garfos alcancem ou posicionem um palete ou unificador de produtos.
EMPELHADORA ELÉTRICAS COM PATOLAS – Proporciona a estabilidade de carga e veículo através do uso de “patas” externas ao invés de peso contrabalançado.
EMPELHADORAS ELÉTRICAS COM PATOLAS PANTOGRÁFICAS – Empilhadeiras desenvolvidas a partir das empilhadeiras de patolas convencionais diminuindo os garfos na empilhadeira e proporcionando uma capacidade de alcance com um mecanismo tesoura (pantógrafo).
EMPELHADORA FRONTAIS A CONTRAPESO – Empregam um contrabalanço na parte de trás da máquina para estabilizar cargas sendo transportadas e elevadas num mastro na frente da empilhadeira.
EMPILHADEIRAS LATERAIS – Carregam e descarregam de um lado assim eliminando a necessidade de virar a máquina dentro do corredor para a cessar posições de stock. Existem dois tipos: ou todo o mastro se move em um conjunto de trilhos transversalmente ao veículo ou os garfos projetam-se de um mastro fixo em um pantógrafo.
EMPELHADORA SELECIONADORA DE PEDIDOS – Veículo industrial, equipado com uma plataforma de carga e uma plataforma de controle do operador, móvel como um todo no mastro.
EMPELHADORA TRI -LATERAIS – Assim como a empilhadeira lateral, a empilhadeira tri-lateral não requer que o veículo faça uma volta dentro do corredor para estocar ou retirar um palete. Ao invés disso, a carga é levantada por garfos que giram no mastro, ou um mastro que gira no veículo, ou um mecanismo de garfo.
EMPILHADEIRAS TRI-LATERAIS E SELECIONADORAS DE PEDIDOS HÍBRIDAS – São similares às empilhadeiras trilaterais, exceto pelo fato de que a cabine do operador é levantada juntamente com a carga.
EMPOWERMENT – Prática de gestão para delegar aos empregados em geral, a responsabilidade e a autoridade para tomarem decisões a respeito de seu trabalha e de suas tarefas, sem aprovação prévia ou permitir aos membros da equipe o controle e a possibilidade de mudarem as regras.
ENDEREÇO ALEATÓRIO – A estrutura modal é um fator de grande importância para a padronização de equipamentos de movimentação, e endereços para a armazenagem. Com a padronização dos endereços, caminha-se rumo ao endereçamento aleatório que aceita armazenar qualquer material acondicionado em UNIMOVs; este gerido com um sistema de informações bem planejado (e adotado de características de rastreabilidade), gerará certamente, grande produtividade.
ENDING INVENTORY – Inventário Final.
ENGRADADO – Caixa ou caixote, com os lados em forma de grade, feito de ripas de madeira.
ENTREGA – Transferência da custódia e cuidado do recipiente cheio ou vazio do transportador para o consignatário ou seu representante legal.
ENTREGA A TEMPO (ON TIME DELIVERY) – Entrega realizada 100 % das vezes no prazo. Entregas adiantadas ou atrasadas não são aceitas
ENTREGA DIRETA – Transporte de produtos diretamente do fornecedor ao comprador.
ENTREGA DIRETA À LOJA – Método de entrega de mercadoria diretamente ao distribuidor através de uma saída nas instalações do armazém que se destina a distribuição.
ENTREGA PARCIAL – Entrega de uma parte da quantidade total de produtos que devem ser entregues a um cliente em uma data específica de entrega.
EOM – Electric Overhead Monorail ou Monotrole Aéreo Eletrificado.
EOQ – Economic Order Quantity.
EQUIFIX – Equipamentos fixos, como, por exemplo, as estantes.
EQUIMOV – Equipamentos de movimentação.
ERGONOMETRIA – Medição do trabalho muscular pelo Ergómetro.
ERGONÔMETRO – Aparelho destinado a medir o trabalho desenvolvido por determinado músculo do corpo humano.
ERGONOMIA – Técnica para equacionar problemas relativos ao ajustamento do trabalho humano ao projeto das máquinas, equipamentos e ambiente de trabalho. Técnica para o ajustamento do usuário, aos comandos, mostradores, forma e exercício funcional num projeto de um produto a ser colocado no mercado. Ciência que estuda a adaptação do ambiente às medidas do corpo humano, considerando assim a interação perfeita entre os funcionários e o ambiente de trabalho, como luz, calor, ruídos, odores e os equipamentos e ferramentas utilizados.
ERP – Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos do Negócio.
ESPAÇO BRUTO DE ARMAZÉM – É o comprimento multiplicado pela largura de uma construção, medido pelo lado externo das paredes, expresso em m².
ESPAÇO CÚBICO PERMITIDO – O espaço permitido por orientações, regulamentações e restrições de segurança com o equipamento disponível. ECP = área de stock x altura de empilhamento.
ESPINHA DE PEIXE – Diagrama para análise, que organiza as possíveis causas de um problema de uma forma hierarquizada.
ESTABILIZAÇÃO DE CARGAS – No trabalho de análise de carga, considera-se os aspetos relacionados à existência de planos de clivagem das UNIMOVs, que exigirão o uso de dispositivos de estabilização de carga, para que os movimentos internamente à fábrica e externamente à empresa, sejam executados com segurança, evitando perdas e acidentes.
ESTIBORDO – Lado direito do navio.
ESTIVADOR – Empregado das Docas que trabalha na carga e descarga dos navios.

ESTRUTURA DE PRODUTOS – Sequência de operações que os componentes obedecem, durante a sua manufatura em produto acabado.
ESTRUTURA EXPLÍCITA DA QUALIDADE – Características de qualidade que podem ser claramente expressas no projeto, e documentação técnica do produto.
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL – Responsabilidade, vinculações hierárquicas e relacionamentos, configurados segundo um modelo, através do qual uma organização executa suas funções.
E-PROCUREMENT – Processo de cotação de preços, compra e venda on-line. ETA – Expressão do transporte marítimo, que significa dia da atracação (chegada).
ETIQUETA (I) – Elemento portador das informações a serem contidas nos produtos ou nas embalagens.
ETIQUETA (II) – Elemento de identificação, afixado ao material por amarração. Uma etiqueta pode eventualmente ser portadora de um rotulo.
ETO – Engineer To Order.
ETS – Expressão do transporte marítimo, que significa dia da saída (zarpar).
EUL – Efficient Unit Loads.

Glossário de termos utilizados na logística letra D

Letra D
Este dicionário de termos técnicos logísticos é o resultado de uma ampla pesquisa que utilizou como fontes publicações técnicas em logística e pesquisas diversas em sites voltados para a logística e sites de provedores de serviços logísticos.
D
DADOS DE BENCHMARK – São os resultados de uma investigação para determinar como os concorrentes ou as empresas líderes de classe obtém seu nível de desempenho.
DAF – Delivered At Frontier ou Entregue na Fronteira.                           
DC – Distribution Center ou Centro de Distribuição.
DDP ou DOOR TO DOOR – Delivered Duty Paid ou Entregue com Taxas Pagas.
DDU – Delivered Duty Unpaid ou Entregue sem Taxas Pagas.
DECLARAÇÃO DO FORNECEDOR – Modo pelo qual um fornecedor dá garantia escrita de que um produto, processo ou serviço está em conformidade com os requisitos especificados.
DELAY – Espera.
DEMAND CHAIN MANAGEMENT – Gerenciamento da Cadeia de Demanda.
DEMANDA – Chamamos então de demanda o número de unidades de uma certa mercadoria ou serviço que os consumidores estariam dispostos a comprar, numa certa unidade de tempo, em condições explícitas de ocasião, lugar e preço.
DEMANDA DEPENDENTE – Demanda derivada da desagregação das fichas de montagem e estrutura da listagem de materiais de um item ou produto agregado, não sendo, portanto projetada, mas simplesmente calculada. O item que atende a montagem tem demanda dependente e o mesmo item que atende a reposição têm demanda independente.
DEMANDA DO MERCADO – Quantidade de produtos ou serviços que os usuários estão prontos a adquirir a um certo preço.
DEMANDA INDEPENDENTE – Demanda de um item que não tem nenhuma relação com a demanda de outros itens, como a demanda de peças sobressalentes.
DEMING – CICLO – Tradicional roda PDCA (plan-to-check-action) utilizada para mostrar a interação entre marketing de desenvolvimento, desenvolvimento de produtos, produção e vendas, para se melhorar a qualidade da operação.
DEMING 14 – Prática de administração proposta por Deming como segue: adote o propósito de melhoria contínua dos produtos e serviços, adote uma nova filosofia, não dependa de inspeção para se ter qualidade, reduza os custos utilizando fornecedores parceiros, adote a melhoria contínua dos processos, treine constantemente os colaboradores, fortaleça as lideranças, combata o temor, promova a integração das áreas, elimine os apelos e metas, elimine quotas e objetivos, remova as causas da falta de dignidade, eduque o seu pessoal e faça que todo mundo participe da mudança.
DEMURRAGE – Multa paga pelo contratante, quando o navio contratado demora nos portos, mais do que o acordado.
DENSIDADE DE EMBALAGEM – CUBAGEM UNITÁRIA – Quantidade de embalagem de comercialização, que cabe em um metro cúbico.
DENSIDADE DE VALOR – Valor de venda do produto, dividido pelo seu volume.
DEPRECIAÇÃO – Alocação ao valor do ativo permanente, da redução de seu valor segundo regras estabelecidas, valores que são levados a custo da produção ou às despesas mensais.
DEQ – Delivery ExQuay – O fornecedor entrega a mercadoria no cais do porto de destino. DES – Delivered Ex SHIP ou Entrega no Navio.
DESDOBRAMENTO DO PLANO DE AÇÃO– Implantação dos planos de ação de um programa Kaizen, diretamente pelos gerentes de linha e indiretamente através da organização multifuncional.
DESEMPENHO – Nível em que o produto e sua embalagem desempenham os requisitos, mantém a sua utilidade ao longo do tempo especificado, de maneira confiável e segura, antes de ser descartado.
DESENHO DE LEIAUTE – Desenho em que está a aprovação da embalagem impressa.
DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO (I)– Conjunto de ações de engenharia, com a finalidade de transformar as especificações do Marketing de Desenvolvimento, em um artigo industrial manufaturável.
DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO (II)– É um conjunto de tarefas de cunho técnico, com o intuito de fazer o projeto do produto crescer em detalhamento, funcionalidade e resolução de pontos críticos de apresentação e manufaturação.
DESLOCAMENTO – Mudança de mercadorias de local por manuseio, movimentação ou transporte.
DESOVA – Retirada dos itens de um contentores.
DESPACHO – Atividade de carregamento que envolve controle, abastecimento de combustível, motoristas, equipamentos e espaço em terminais.
DESPATCH ou PRESTEZA – Prêmio devido ao contratante, quando o navio contratado permanece nos portos, menos tempo do que o acordado.
DESPESAS – Dispêndios debitados periodicamente à conta de resultado e que não incorporam ao valor do produto acabado.
DEVOLUÇÃO – Despacho das mercadorias que deverão ser retornadas ao fornecedor. DFDC – Coleta de dados por rádio frequência.
DIAGRAMA CAUSA E EFEITO – Diagrama que ilustra as causas principais e secundárias que determinam a ocorrência de um efeito ou de um sintoma, que denominamos problema.
DIFERENCIAÇÃO – Diferenças positivas geradas no desenvolvimento do projeto, a respeito da forma, da tecnologia, dos materiais, da funcionalidade, da embalagem e do visual mercadológico e que agradarão o usuário.
DIRECT STORE DELIVERY – Entrega Diretamente na Loja.
DIRETRIZES DE PLANEJAMENTO– Diretrizes que deverão ser utilizadas em comum em todos os planejamentos setoriais da empresa.
DIRETRIZES ESTRATÉGICAS – Conjunto de indicações de caráter amplo, que direcionam a atuação da empresa como um todo e orientem ou canalizam os critérios no processo de tomada de decisão para a escolha dos objetivos estratégicos globais.
DISTRIBUIÇÃO – Atividade associada a movimentação de materiais como produtos e partes sobressalentes, deste o fabricante até o cliente final.
DISTRIBUIÇÃO FÍSICA – Compreende as funções de facturamento, separação de pedidos, transporte e centros de distribuição.
DISTRIBUIÇÃO REVERSA – Processo pelo qual uma empresa coleta de seus usuários finais os seus produtos usados, danificados ou obsoletos, além de embalagens ou partes de seus produtos.
DOCA – interface entre a expedição, e os transportes com a finalidade de facilitar o carregamento e descarregamento de mercadorias.
DOCK RECEIPT – Recibo de Doca.
DOCK-TO-STOCK TIME – tempo decorrido entre o recebimento do material na doca e a sua disponibilização no stock para venda.
DOCUMENTAÇÃO – Processo de coletar e organizar documentos ou informações contidas nestes documentos.
DOLLY ou ROMEU E JULIETA – Um reboque com uma quinta roda, usada para converter um semireboque em reboque. É muito utilizado para o transporte de cana de açúcar.
DORMENTE – Nome dado às travessas, geralmente de madeira, em que assentam os carris da linha ferroviária.
DPS – Digital Picking System.
DRP – Distribution Resource Planning ou Planejamento dos Recursos de Distribuição.
DRAGAGEM – Serviço de escavação nos canais de acesso e áreas de atracação dos portos para manutenção ou aumento da profundidade.
DRAW-BACK – Envolve a importação de componentes, sem pagamento de impostos (IPI, ICMS, adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante e Imposto sobre Prestações de Serviços de Transporte Estadual), vinculada a um compromisso de exportação. Restituição de imposto alfandegário ou aduaneiro que é pago na importação de produtos que mais tarde serão exportados.
DRIVE-INS – Estrutura de verticalização dos stocks usada, preferencialmente, em casos onde se tem um grande volume de materiais e poucas variedades de itens, não perecível e de pouca seletividade. Estruturas de aço semelhante aos porta-paletes contendo longarinas verticais em formas de colunas, servindo para armazenagem de grandes quantidades de paletes.
DRIVEWAY ACESS – Rampa niveladora.
DROPSHIP – Muitas paradas para entrega de produtos em muitos locais por um mesmo veículo.
DRY-PORT – Porto Seco.
DRW (DAILY ROUTINE WORK) – Aplicação diária do PDCA em todas as atividades de tipo repetitivo da empresa, a fim de satisfazer as necessidades e as expectativas do cliente (interno ou externo). A essência do DRW é a orientação de todos ao seu cliente. Constitui-se no instrumento gerencial para o melhoramento, a pequenos passos, das atividades que não estão na política anual e manutenção dos serviços de todas as unidades da empresa.
DSD – Direct Store Delivery – Mercadorias entregues diretamente às lojas a partir das fábricas, sem passar pelo depósito do distribuidor ou centro de distribuição do fabricante.
DSE – Declaração Simplificada de Exportação.
DTD – DOCK TO DOCK – É o tempo decorrido entre o recebimento da matéria-prima até a expedição dos produtos acabados.
DUN – DISTRIBUITION UNIT NUMBER– Código de barras onde se acrescenta o dígito que trata da variante logística.