Armazenamento, transporte, distribuição, recursos humanos, organização.

Glossário de Termos Utilizados na Logística Letra P

Letra P

Este dicionário de termos técnicos logísticos é o resultado de uma ampla pesquisa que utilizou como fontes publicações técnicas em logística e pesquisas diversas em sites voltados para a logística e sites de provedores de serviços logísticos.


P
PALETE – Tabuleiro de madeira ou de outros materiais que serve de base para arrumação de mercadorias, para serem deslocadas ou armazenadas com recursos de equipamento de movimentação.
PALETE AÉREO – Estrado de alumínio medindo 230 cm X 270 cm, combinado com uma rede ou capa de material plástico para carga rápida de aviões.
PALETE CAIXA – Caixa montada em cima de um estrado, para conter mercadorias disformes ou frágeis. ESTRUTURA DE ABASTECIMENTO – Posicionamento das organizações logísticas dentro da Cadeia de Abastecimento
PAC – Production Activity Control ou Controle de Atividade da Produção.
PACKING LIST – Lista de Embalagem.
PALETE – Estrado padronizado para acomodar cargas para a formação de UNIMOV.
PALETIZAÇÃO – Consolidação de diversas unidades de materiais e componentes sobre uma plataforma de madeiras (estrado) ou outro tipo de material visando tornar mais ágeis e seguras as operações de manuseio, armazenagem e movimentação através de empilhadeiras e prateleiras reduzindo em grande parte a mão-de-obra e agilizando o processo de movimentação do produto.
PALLET-MOVE – Ou prateleiras, são veículos para transporte de paletes dentro do CD.
PAPERLESS TRADING – Processo na EDI de circulação dos documentos na forma eletrônica.
PARETO – Constatação desenvolvida por Vilfredo Pareto, a respeito de que uma pequena quantidade de itens representa a maior parte de um valor ou quantidade, podendo ser utilizado para definir que 80% dos efeitos resulta de 20% de possíveis causas.
PÁTIO (YARD) – Área usada para estacionar veículos, carregando ou descarregando produtos.
PDCA (PLAN-DO-CHECK-ACT): É conhecido também como ciclo de Deming. É a metodologia básica para a análise e solução de problemas para garantir à empresa a manutenção e o melhoramento. “PLAN”: planejar, programar, “DO”: fazer, realizar “CHECK”: controlar, verificar, “ACT”: agir, padronizar.
PÉ-DIREITO – Altura de um pavimento de imóvel (coberta / telheiro, armazém, edifício, casa).
PEDIDO MÍNIMO – muitas empresas estabelecem um lote mínimo para aceitar uma ordem de compra, visando economias de escala para o atendimento. Desta maneira fazem baixar os custos do processamento de pedidos, já que para atender a um mesmo volume de negócios seria necessário um número maior de pedidos.
PEDIDO PERFEITO – Pedidos atendidos sem erros na quantidade e na diversidade solicitada pelo cliente, e no prazo acordado.
PEDIDO PILOTO – Pedido experimental.
PEGGING – Em MRP e MSP, a capacidade de identificar para determinado item, quais as fontes de suas necessidades brutas e/ou alocações.
PELÍCULA PLÁSTICA (SKIN-PACK)– Filme plástico que envolve fielmente o produto embalado, e aderente a uma cartela de papelão.
PERDA DE INVENTÁRIO – Perdas resultantes de furtos, extravios ou deterioração.
PESO BRUTO TOTAL – Peso máximo que o equipamento de movimentação transmite ao piso, constituído da soma da tara mais a lotação.
PESO MÁXIMO COMBINADO – Peso máximo transmitido ao piso pela combinação de um trator mais seu semirreboque.
PEPS – é a nomenclatura para o método de armazenagem, em que o produto que é o Primeiro a Entrar no stock é o Primeiro a Sair ou First-In, First-Out (FIFO).
PICK AND PACK – Área de separação, etiquetação e embalamento dos pedidos dos clientes.
PICKING – Processo de retirar produtos dos stocks, para consolidar carga para um determinado cliente.
PICKING BY LIGHT – Este sistema concilia performance e flexibilidade conseguindo, graças a isso, ser um dos sistemas mais difundidos no Brasil. O picking by-light integra a utilização de esteiras rolantes, leitores óticos e sensores com as tradicionais estruturas flow-racks manuseadas por operadores. A boa performance deste sistema é obtida através da disposição dos produtos ao redor dos funcionários, que coletam apenas os produtos da sua estação de trabalho, não precisando se locomover nem movimentar as caixas dos pedidos que são transportadas de forma automática por meio de uma correia transportadora. Além disso, os mostradores digitais de cada posição do flow-rack indicam automaticamente o local e o número de unidades que devem ser coletados, tornando desnecessário o picking list, o que acelera o processo de coleta dos operadores.
PICKING DISCRETO – Cada operador coleta um pedido por vez, item a item.
PICKING POR LOTE – Cada operador coleta um grupo de pedidos de maneira conjunta.
PICKING POR ZONA – O armazém é segmentado por zonas e cada operador é associado a uma zona.
PICKING-LINE – Área ou linha para a separação de pedidos na forma de embalagens de comercialização a partir da desagregação de UNIMOVS de determinados produtos.
PIER-TO-PIER (CAIS A CAIS)– Modelo de transporte em que o agente é responsável pelos custos e riscos desde o porto até o porto de destino.
PIGGYBACK – Transporte de carretas ou semireboquessobre vagões ferroviários, especificamente equipados para esses serviços.
PILOTAGEM – Operação de assistência ou ajuda à manobra dos navios na sua entrada ou saída do porto, assim como às manobras de atracagem ou desatracagem. A execução deste trabalho é de responsabilidade dos membros da Associação de Práticos de cada porto.
PLANEJAMENTO – É o processo de decidir o que, e como fazer, antes que a ação seja necessária. PLANEJAMENTO ADAPTATIVO – Característica de comportamento do planejador, que considera que o processo de planejar é mais importante do que o plano, pois o principal objetivo seria desenhar uma organização, e um sistema para administrá-la.
PLANEJAMENTO AGREGADO – Planejamento que inclui as vendas, a produção, recursos nos stocks, clientes, família de produtos e operação da força de vendas e da logística.
PLANEJAMENTO CONTINGENTE – As incertezas inseridas no planejamento temporal, deverão ser absorvidas por um planejamento adequado da “máquina”, que deverá estar bem preparada para enfrentar as contingências de um futuro certo ou incerto, e que identifica alternativas estratégicas para serem adotadas para assegurar o sucesso da implantação do projeto em situações de riscos.
PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE– Atividade que utiliza as fichas de processo de cada produto para levantar em cada nível, as necessidades de recursos de conformação e montagem.
PLANEJAMENTO DA QUALIDADE – Atividades que determinam os objetivos e os requisitos para a qualidade, assim como os requisitos para a aplicação dos elementos que compõem o sistema da qualidade.
PLANEJAMENTO DA QUALIDADE DO PROJETO – Determinar os padrões de qualidade relevantes para o projeto e definir as atividades para que estes padrões selecionados sejam atendidos.
PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAIS – MRP – Método para calcular as necessidades de materiais, baseado nas listagens de materiais, inventários e plano de produção, iniciado pela desagregação das listagens de materiais, ajustamento das quantidades dos stocks e determinação das necessidades líquidas, considerando-se os leads times necessários.
PLANEJAMENTO DE LONGO PRAZO– Planejamento do negócio que direciona as necessidades estratégicas da empresa.
PLANEJAMENTO DE MANUFATURA– Planejamento do fluxo de materiais e do conjunto de atividades do processo de transformação. Abrange desde a compra da matéria prima até a entrega do produto acabado.
PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS – Processo sistemático e lógico, documentos decisórios e definição dos recursos necessários para se realizar os objetivos de longo prazo da empresa.
PLANEJAMENTO DOS RECURSOS – Sistema de informação para identificar e planejar os recursos necessários para comprar, fabricar, entregar e contabilizar as ordens de produção para os clientes.
PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DE DISTRIBUIÇÃO– Planejamento dos recursos utilizados nos sistemas de distribuição como: área e volume do armazém, funcionários, empilhadeiras, estantes, caminhões e recursos financeiros.
PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DE MANUFATURA – MRP ll – Método de planejar os recursos de manufatura, compreendendo o planejamento do negócio, planejamento das vendas e da produção, necessidades de materiais, necessidades de capacidade, projeção de investimentos em stocks e recursos das atividades de suporte.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO – Consiste num método administrativo que permite estabelecer para a empresa como um todo, orientações amplas de atuação, objetivos a serem alcançados e estratégias a serem utilizadas, com base na análise sistemática das ameaças/oportunidades do ambiente externo e vulnerabilidade/potencialidades internas, à luz da missão da empresa.
PLANEJAMENTO GLOBAL – Engloba o plano estratégico em conjunto com o plano de prioridades e com o plano de ações (onde, quando, como, quanto).
PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO – Um planejamento orçamentário poderá ser definido como um planejamento estratégico, com um horizonte de planejamento de cinco anos, com detalhamento orçamentário, e operacional do primeiro ano do plano.
PLANEJAMENTO ORGANIZACIONAL– Processo de definição das organizações, analisar seu ambiente externo e interno, fixar diretrizes e objetivos globais para um período plurianual considerado, e selecionar a forma para a consecução dos objetivos fixados.
PLANEJAMENTO RAZOÁVEL – É a arte do possível.
PLANEJAMENTO SENSITIVO – Sistema de planejamento adequado, para lidar com um futuro desconhecido.
PLANEJAMENTO TÁTICO OPERACIONAL– Consiste na determinação dos alvos a serem atingidos num horizonte temporal de curto prazo, bem como no estabelecimento, através de programação detalhada, dos meios, recursos e procedimentos para atingir os alvos fixados.
PLANO DE CONTINGÊNCIA – Preparação prévia de respostas para calamidades ou situações indesejáveis, com detalhamento de ações corretivas e responsabilidades devidas.
PLANO ESTRATÉGICO – Plano que produz efeitos duradouros e irreversíveis, considerando sempre períodos longos, alcance amplo, e que formula os objetivos e seleciona os meios.
PLANO MASTER – Plano formado pela relação de preceitos políticos, relação das projeções de referentes, das projeções divergentes, e definição dos principais objetivos da alta administração.
PLANO TÁTICO – Plano com período curto, limitado, focando na seleção dos meios para a ação, a fim de atender aos objetivos fornecidos.
PLANOGRAFIA – Um desenho em escala da área de stock apresentando um layout aprovado desta área, localização dos contentores, estruturas, e áreas de stock, corredores, áreas de montagem, paredes, portas, espaço para escritórios, vestiários, refeitório e outras áreas de apoio.
POD –PROOF OF DELIVERY – Comprovante de entrega.
POKA – YOKE (I) – Técnica a prova de erros, onde o set up ou a manufatura é desenvolvida para se prevenir um erro, que possa resultar em um defeito no produto, resultando na paralisação da produção automaticamente, caso o erro ocorra.
POKA-YOKE (II) – Dispositivos simples e baratos para prevenir erros ou detetá-lo em seguida a sua ocorrência.
POLÍTICA DE STOCKS – Estabelecimento de objetivos da empresa e métodos para a administração dos materiais. Definição de regras globais adotadas por uma empresa para a gestão dos seus materiais.
PONTO DE CONSOLIDAÇÃO – Área definida e delimitada onde diversos materiais provenientes de diferentes fontes são reunidos de forma a seguir para o próximo passo da cadeia logística.
PONTO DE EQUILÍBRIO ou BREAK-EVEN-POINT – Nível de produção ou volume de vendas para o qual as operações nem geram lucro, nem prejuízo. É o ponto de equilíbrio representado pela intersecção entre as curvas de custos totais e facturamento (receita líquida).
PONTO DE EXPEDIÇÃO – Local de onde os materiais são despachados.
PONTO DE PEDIDO – Nível de controle frente ao saldo em stock monitorado. Quando a quantidade em stock diminui chegando ao limite ou abaixo dele, adota-se ação para reabastecimento do stock. O ponto de pedido é determinado a partir do lead time de entrega do Fornecedor e stock de segurança.
PONTO DE RECEBIMENTO – Local onde os materiais são recebidos.
PONTO DE REABASTECIMENTO – Quantidade determinada para que ocorra o acionamento da solicitação do Pedido de Compra. Também determinado “Stock Mínimo”.
PONTO DE TRÂNSITO – Área definida de transbordo, onde diversos materiais provenientes de diferentes fontes, são transferidos para diferentes veículos de forma a seguir para o próximo passo da cadeia logística.
POPA – parte posterior do navio.
PORTA-PALETES – Sistema de stock materiais que permite a verticalização do espaço útil de forma seletiva, possibilitando o acesso direto a todos os itens armazenados com o mínimo de operações da empilhadeira. Estruturas de aço, montadas em forma de estantes, contendo longarinas verticais e horizontais, servindo para a armazenagem de paletes.
PORTO – Local onde os navios ancoram ou área com terminal marítimo para transferência de cargas e passageiros entre navios e transportes terrestres.
PORTO SECO – Instalações e serviços destinados à consolidação/desconsolidação de cargas normalmente acondicionadas em contentores, para proceder ao seu transporte.
POSTPONEMENT – Postergação. Retardamento da finalização do produto até a chegada do pedido customizado. PPCP – Planejamento, Programação e Controle da Produção.
PRATELEIRAS – Estruturas de chapa de aço, formando estantes com “prateleiras” (geralmente utilizado para armazenar pequenos volumes)
PREVISÃO – FORECAST – Uma estimativa da demanda futura de um produto ou serviço.
PREVISÃO – Sistema para avaliar o futuro de curto prazo e acompanhar a performance do realizado comparado com as previsões.
PROA – parte anterior do navio.
PROBLEM FINDING – É destinado a dar suporte às atividades de melhoria concentradas em áreas predefinidas pela direção, através da utilização de metodologias baseadas na organização e análise dos dados verbais coletados de fontes internas ou externas à empresa. Com este objetivo se utilizam as “Sete Novas Ferramentas” ou as “Sete Ferramentas Gerenciais como segue: diagrama de afinidades – KJ, diagrama de relações, diagrama de árvore, diagrama em matriz, árvore de decisão (PDPC), diagrama de setas – PERT, análise da matriz de dados”.
PROBLEM SOLVING – Atividade destinada a remover os obstáculos encontrados para chegar a solução de um problema. A análise de um problema é um processo baseado na coleta e elaboração de informações. Com esse objetivo se utilizam sete ferramentas como segue: a coleta de dados, a estratificação, a análise de Pareto, diagrama de causa-efeito, o diagrama de correlação, o histograma, os gráficos de controle, e o PDCA.
PROCESSAMENTO EM BATCH – Técnica de processamento na qual as transações são acumuladas e processadas e processadas conjuntamente.
PROCESSO (I) – A combinação de pessoas, máquinas e equipamentos, matérias primas, métodos e ambiente que produz um dado produto ou serviço.
PROCESSO (II) – Conjunto de recursos, e atividades inter-relacionadas, que transformam insumos em produtos ou serviços.
PROCESSO DE MANUFATURA – Série de conformações realizadas no material para convertê-lo de matéria-prima ou de semi-acabado em produtos acabado.
PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO – Processo que demonstra que uma entidade é capaz de atender os requisitos especificados.
PROCESSOS DO NEGÓCIO – Conjunto de atividades empresariais que agregam algum valor ao produto, segundo a perceção do cliente,
PROCUREMENT – Função de planejar as necessidades, comprar, controle de stocks, movimentação de mercadorias, recebimento, testes de recebimento e recuperação de materiais.
PRODUÇÃO CONTÍNUA – Sistema de produção onde os equipamentos são dispostos numa sequência determinada pela estrutura do produto.
PRODUÇÃO DE FLUXO CONTÍNUO– Sistema onde o fluxo de materiais é contínuo, não dividido e não se caracterizando lotes de produção.
PRODUÇÃO DE MASSA – Produção em grandes quantidades, pela utilização de plantas e equipamento dedicados e especializados naquela atividade.
PRODUÇÃO ENXUTA – Sistema para eliminar os desperdícios de forma sistemática e atendimento somente contra pedidos em carteira.
PRODUTIVIDADE (I) – Medida geral e relativa da habilidade de se produzir um bem ou serviço, representada pela comparação do que se produz comparada com o que se utiliza para realizar esta produção.
PRODUTIVIDADE (II) – Relação entre o que foi produzido e o que foi necessário para esta produção. PRODUTIVIDADE DA MÃO DE OBRA – Medida parcial da produtividade, pela medida do resultado do trabalho do operário ou grupo de operário por unidade de tempo, comparado com os padrões estabelecidos. PRODUTIVIDADE DE EQUIPAMENTO – Produção horária de uma máquina, comparada com uma produção padrão.
PRODUTO (I) – Manufaturado que se associa a um conceito, e é reconhecido pelo usuário como útil e resultado de atividades ou processos.
PRODUTO (II) – Resultado de atividades e processos.
PRODUTO LOGÍSTICO – O que uma empresa oferece ao cliente com seu produto é satisfação. Se o produto for algum tipo de serviço, ele será composto de intangíveis como conveniência, distinção e qualidade. Entretanto, se o produto for um bem físico, ele também tem atributos físicos, tais como peso, volume e forma, o qual tem influência no custo logístico. (definição de Ronald H. Ballou).
PROJETO (I) – Conjunto de ações executadas, de forma ordenada, por uma organização transitória, à qual são alocados insumos, sob forma de recursos humanos, financeiros, materiais e de serviço, para em um dado prazo, alcançar um objetivo determinado.
PROJETO (II) – Esforço realizado em determinado prazo, para desenvolver um produto ou serviço.
PROPOSTA – É o documento pelo qual o fornecedor torna oficial a sua oferta comercial e técnica de serviços e/ou produtos ao requisitante.
PROTEÇÃO DO PRODUTO – Proteção a um produto contra condições climáticas ou outras condições adversas durante o seu uso, transporte ou armazenamento.
PROTOCOLO DE APLICAÇÃO SEM FIO (WIRELESS APPLICATION PROTOCOL-WAP) – Protocolo de comunicação para troca de informações sem fio.
PROVA DE ENTREGA (PROOF OF DELIVERY) – Cópia do conhecimento assinado no momento da entrega. PROVEDOR LOGÍSTICO – Fornece serviços baseados nas áreas da logística.
PULMÃO – Utilizado geralmente em fábricas, serve para proteger as atividades de produção, baseado em tempos e quantidades suficientes para não interromper os fluxos contínuos, considerando variáveis de estatísticas e de demandas, ou mesmo de gargalos operacionais.
PUSH BACK (I) – Sistema de stock de paletes perfeito para até quatro paletes na profundidade, o Push Back funciona como variante do Sistema Dinâmico, usando-se os mesmos componentes, mas com o Princípio LIFO-Last in-First out (Último que entra – Primeiro que sai) e apenas um corredor para colocação e retirada do palete. O palete colocado no trilho é empurrado pelo palete seguinte aclive acima, e assim até o último palete. Na retirada deste último palete todos os demais, por gravidade, descem uma posição.
PUSH BACK (II) – Empurrar para trás o avião no pátio do aeroporto, através de veículos industriais, do tipo trator.
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