Quais os documentos exigidos ao motorista no transporte nacional?

  • Certificado de matrícula ou livrete e título de registo de propriedade;
  • Licença do veículo (quando licenciado só para o transporte nacional);
  • Cópia certificada da licença comunitária para o veículo (quando licenciado para o transporte nacional e internacional);
  • Seguro (carta verde);
  • Ficha de Inspeção Periódica Obrigatória;
  • Contrato de aluguer (veículos em regime de rent-a-cargo);
  • Autorização especial de circulação (transportes especiais – excesso de pesos e/ou dimensões); 
  • Certificado ATP (veículos de temperatura condicionada com 2,60 de largura);
  • Certificado ADR (quando exigido no transporte de mercadorias perigosas);
  • Licença da Direção Geral de Veterinária (transporte de animais vivos, alimentação para animais e subprodutos de origem animal). 
Singularidade Logística 2018 – QUAIS OS DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS DO VEÍCULO NO TRANSPORTE NACIONAL? 

Logísticas & o meio ambiente

As cidades oferecem múltiplos desafios e oportunidades importantes ao sector imobiliário. 
O crescimento do ecommerce e a procura de instalações para a última etapa da cadeia de abastecimento estão a impulsionar o interesse dos promotores e investidores imobiliários pela logística urbana.
As cidades oferecem múltiplos desafios e oportunidades importantes ao sector imobiliário, não só o aumento da procura deste tipo de instalações logísticas, como também a necessidade de encontrar novos modelos de logística urbana sustentáveis e que potenciem a eficiência, reduzindo os efeitos adversos no meio ambiente e sociedade. Paralelamente, está previsto que o aumento das entregas noturnas possa reduzir os efeitos do tráfego em horas de ponta.
A preocupação com o meio ambiente nas cidades e a necessidade de melhorar a eficiência logística acarretam mudanças significativas nas operações logísticas em muitas cidades de maior dimensão da Europa, nas quais os problemas ambientais e a eficiência são mais graves”, “um aumento da procura de diferentes tipos de propriedades logísticas, as quais, serão cada vez mais frequentes”, para a necessidade de existência de pontos de transferência de mercadorias, centros de consolidação partilhados por vários utilizadores, instalações locais para cobrir a ultima milha das entregas, incluindo instalações centralizadas de click and collect, plataformas logísticas multimodais e meios de transporte alternativos e instalações subterrâneas.

Relações entre transitários e clientes III

                                                                                                                                               Continuação

Outros Documentos

Naturalmente que outros documentos poderão ser necessários:
Apólice de Frete – contrato de transporte marítimo no âmbito de um regime de contratação livre cuja finalidade é o transporte de grandes volumes de mercadoria em navios completos.
Apólice de Seguro – Contrato de Seguro mediante o qual, a empresa seguradora se obriga, contra cobrança de um prémio, a indemnizar um dano sofrido pelo segurado ou a satisfazer um capital, renda ou outras prestações convencionadas.
De referir, neste contexto, que se o exportador solicitar ao transitário que este se encarregue de contratar os seguros marítimos, terrestres e aéreos dos produtos, esse serviço será prestado, eventualmente até em condições mais vantajosas do que se o exportador recorrer a uma companhia de seguros, por si próprio. De facto, muitos transitários dispõem de “apólices flutuantes”, o que, frequentemente, lhes permite a obtenção de condições mais favoráveis junto destas entidades.

Relações entre Transitários e Clientes II

 Continuação
Na medida em que hoje, naturalmente, não existem transportes “unimodais”, sendo o recurso a vários “modos” (transporte combinado) muito utilizado, já existe um conjunto de regras uniformes e consensualmente aceites a nível internacional aplicáveis a esta situação para suprir a lacuna da falta de Convenção e embora sem a sua força vinculativa. Estas regras foram aprovadas pela Câmara de Comércio Internacional (CCI), representada em Portugal pela Delegação Portuguesa da CCI e pela Associação Comercial de Lisboa.
O documento a utilizar nestes casos, chamado “FIATA FDL” ou “Conhecimento de Embarque Multimodal”, regula o transporte internacional em regime “multimodal” organizado sob a responsabilidade de transitários que pertençam à FIATA (Federação Internacional de Transitários), cujo membro português é a APAT – Associação de Transitários de Portugal e cujas coordenadas constam dos Contactos Úteis deste documento.

A Associação dos Transitários de Portugal recomenda moderação na emissão deste documento por envolver um substancial acréscimo de responsabilidades para as quais, nem sempre os transitários dispõem de seguros adequados.